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A mostrar mensagens com a etiqueta sentimentos

INTERRUPÇÃO NÃO PROGRAMADA

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Tive recentemente oportunidade de frequentar uma formação sobre inteligência emocional, e confesso que o tema me entusiasmou desde o momento da escolha sobre qual das propostas de formação optar. E se o título me agradou, a experiência durante a mesma agradou ainda mais. O grupo era composto por colegas de profissão, todas em “igualdade” de circunstâncias a nível  profissional contudo estava presente cada individualidade de uma vida pessoal. Todas nos conhecíamos do meio, umas com muita cumplicidade e amizades criadas pelos anos de convivência, outras apenas de vista. Tínhamos um pouco a imagem criada sobre cada uma, talvez não passasse disso em alguns casos…mas muitas surpresas. A formadora, TOP. Em poucos encontros estabeleceu-se uma bonita relação. A abordagem do tema é sensível. Todo o tema é sensível. Debulharmos as nossas emoções, falar como as coisas nos tocam e/ou afetam não é fácil. Apresentar ferramentas para melhor lidarmos com o turbilhão de sentimentos que nos assolam ...

QUEM SOU EU?

É curioso porque inconscientemente já me perguntei por diversas vezes quem sou eu, o que faço aqui, que metas tenho na vida. É só isto que vai ser a minha vida?  Já culpei pessoas por achar que elas não me deixaram ser quem eu queria. Já achei que tinha certezas sobre tudo, mas depois comecei a ter dúvidas. Já tive um turbilhão de sentimentos contraditórios dentro de mim, questionando-me sobre as minhas qualidades, sobre os meus objetivos de vida, sobre a vida que quero.  Às vezes parece que a sociedade nos impinge um modelo de vida que temos todos de ter, sem o qual nunca seremos felizes... mas depois, aos poucos, e com uma orientação perfeita, fui descobrindo que os modelos parametrizados de pessoas que existem na sociedade não são para mim.  Eu sei agora o que me faz feliz. Sei o que quero, o que preciso... e só preciso, antes de mais, de ser sincera comigo mesma. Não adianta vestir o último grito da moda se essa moda não se identifica comigo. Não adianta tentar ser um...

SENTIMENTOS

  Hoje falo-vos de sentimentos desinteressados. Pois os portadores destas emoções, são demasiado inocentes e a sua manifestação é completamente espontânea e genuína. São crianças, trabalho num Jardim de Infância.  Crianças de tenra idade, mas que nos transmitem para além da confiança no trabalho que já está feito, a esperança de que vale a pena acreditar e continuar a fazê-lo. Dão-me todos os dias mostras de que devo investir e nunca “desistir” de nenhuma delas. Trabalho muitas horas do dia rodeada de pequenos seres que por vezes não são fáceis, e os dias parecem longos. Mas não há nada que se compare (sem contar com declarações daqueles que são “nossos”), às palavras com que nos brindam de recompensa ou os abraços apertados que me dão, carregados de saudades.  Daquelas pequenas bocas inocentes, saem tesouros como “Tive muitas saudades tuas…” ou até o “Vou ter saudades tuas…” quando lhes digo que é fim-de-semana e vamos estar dois dias sem nos vermos. Abraços que não se d...

GESTÃO DE SENTIMENTOS - II

Dando continuidade à nossa anterior publicação e se conseguirmos fazer o transporte agora para o que se passa numa empresa em condições semelhantes às do exemplo anteriormente citado e, ponderarmos um pouco, chegaremos certamente a algumas conclusões. O criar condições de encorajamento é fundamental. É necessário que o dinamismo volte a imperar. Motivar é obter dos colaboradores os melhores resultados. Esta ação está diretamente relacionada com o alcançar de metas e tomadas de decisão eficazes. Há aqui, porém que acautelar os conflitos interpessoais e encontrar o consenso que, como é sabido, baseia-se essencialmente na instrução de cada um de nós. Há que ter também em linha de conta os desafios, a confiança, a segurança e as recompensas que, para a maioria das pessoas, são grandes fatores de encorajamento. Fazem-se planos, fazem-se promessas de mudança, mas tudo volta à forma inicial passado algum tempo. Empenhemo-nos seriamente para evitar que isso aconteça. ...

A GESTÃO DE SENTIMENTOS

Na atual sociedade de consumismo, onde se idolatra a economia, em detrimento da qualidade de vida, as relações humanas, assumem um importantíssimo papel. Os excessos de planeamento funcional começam a dar lugar a um planeamento estratégico, com alguma flexibilidade. É usual olharmos para uma notícia acerca de um sem abrigo e logo no nosso cérebro, tem lugar um sentimento de compaixão, de tristeza, quem sabe se de revolta até. Deparamo-nos com uma criança descalça, seminua, sem os elementares cuidados de higiene e de imediato nos sentimos quase como culpados por apesar dos agasalhos que trazemos, ainda sermos capazes de dizer – que frio que está hoje!!! Falando então sobre sentimentos e sobre a gestão dos mesmos, será importante, pararmos para refletir um pouco. Vejamos por exemplo o que acontece com os adeptos de uma equipa de futebol, quando esta atravessa um período de sucesso: Os seus adeptos, sentem-se motivados, acompanham a equipa para todo o lado, incenti...