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INTERRUPÇÃO NÃO PROGRAMADA

EU CHEGUEI DEPOIS

Entrei há quase 6 anos para uma família de seis pessoas. Seis pessoas com passados, regras, hábitos, usos e costumes. Seis pessoas pouco flexíveis no seu modo de atuação. Era o que era e assim é. Era assim em tudo: em quem manda, em quem controla o quê e como, em quem toma decisões, em quem tem de obedecer obrigatoriamente e sem se rebelar!  Tomaram como adquirido que também eu me fosse enquadrar e aceitar perfeitamente neste ritmo alucinante do “é assim”! Por vários momentos e por ocasiões muito especiais, olhei ao espelho e fiz o excruciante exercício de pensar: “estou errada?” e qual o meu espanto quando questiono pessoas fora da história e que me elucidaram, disseram: “NÃO!”.  Quando cheguei depois de tudo isto existir ASSIM, também eu própria vinha moldada com passados, regras, hábitos, usos e costumes. Mas igualmente com a minha chegada, houve também um ponto final no que quer que fosse que existisse até então. Coisas como: mais um prato na mesa, mais uma pessoa a ter em...

NÓS

É tão fácil falar. É tão fácil dizer que nos devemos comportar desta ou daquela forma. Há até quem ache “careta” seguir as regras que os nossos avós e pais nos transmitiram. Será que é assim tão difícil regermo-nos por regras básicas de convivência? Há vários ditados populares, mas o ditado que em nosso entender, melhor se aplica aqui é: “Não faças aos outros, aquilo que não queres que te façam a ti”. Pois é, muito fácil de dizer, mas é muito difícil de praticar… Achamos sempre que temos desculpa para esta ou aquela situação, mas os outros não. Eles deveriam ter pensado antes de agir. Curioso!!! Gostamos tanto assim de nós, que passamos a vida a desculpar-nos pelos nossos erros? Será que é mesmo assim, a melhor defesa é o ataque? Como é possível que aconteçam situações tão amargas ao longo da nossa vida e que consigamos fingir que nada se está a passar? O engolir em seco, o tentar não deixar cair uma lágrima que, teimosamente rola pela nossa fa...

RECEBER EM NOSSA CASA - II

Após a divulgação e algumas regras para organização e mesas, decidimos hoje deixar alguns conselhos, mas desta vez, sobre: Protocolo durante as refeições - As senhoras são servidas antes dos homens; - As bebidas servem-se pela direita; - Os pratos retiram-se pela esquerda e substituem-se pela direita; - Se houver marcadores nas mesas, estes só serão retirados depois do prato de carne; - A senhora que estiver sentada à direita do anfitrião, deverá ser a primeira pessoa a ser servida, depois a que estiver à esquerda e assim sucessivamente; - O anfitrião é o último a ser servido; - Se for um casal a convidar, a mulher do anfitrião será a última das senhoras a ser servida e o marido o último dos convidados, como anteriormente referido; - As crianças devem ter prioridade sobre os adultos. Existe aqui uma exceção que será feita para o Chefe de Estado e Altos Dignitários da Igreja. Em eventos oficiais, a prioridade é habitualmente indicada pelos...

RECEBER EM NOSSA CASA

Dando continuidade às nossas publicações anteriores, e, tal como prometido, aqui estamos nós a sugerir alguns comportamentos no que toca a receber em nossa casa mas, desta vez, a convidados onde exista carácter formal. Depois de termos enviado os convites e recebidas as correspondentes confirmações, temos de sentar à mesa os nossos convidados, tendo em conta as exigências protocolares no que toca às correspondentes precedências. Preside à mesa o anfitrião. Poderão surgir algumas exceções, quando por exemplo, o anfitrião cede a presidência da mesa ao seu convidado de honra. Cabe ao anfitrião a centralização das conversas. As pessoas mais idosas deverão ter precedência sobre as mais jovens. Regras para Organização de Mesas: - Procurar juntar pessoas com interesses comuns - Não sentar, sempre que possível, duas senhoras juntas - Tentar não sentar 13 pessoas à mesma mesa (há pessoas supersticiosas que iriam sentir-se desconfortáveis durante toda a refeiçã...