Há quase nove anos vendi uma “filha”. Parece incrível e talvez até hediondo começar um texto desta forma mas, na realidade, a empresa que vendi era como se fosse minha filha. Planeei-a durante muito tempo. Sonhei com ela. Tive receio de a “pôr no mundo” mas, a vontade era enorme, não resisti e avancei. Cuidei dela quase 14 anos. Sacrifiquei-me por ela, chorei e ri muito com os diferentes acontecimentos relativamente ao seu desenvolvimento e crescimento e continuo a achar que valeu a pena! Tive colaboradores com feitios dispares, com formas de estar peculiares mas com todos eles aprendi a ser o que sou hoje e estou segura que deixei algumas sementinhas no desenvolvimento pessoal de cada um. Quando chegou o momento de vender a empresa, fiz questão de no negócio incluir todos os colaboradores sem excepção. Para mim só assim fazia sentido. Eles também eram parte integrante do meu sucesso. Sem eles, nunca teria alcançado o que alcancei. Eramos uma empresa prestigiada. Eramos frequentem...
O que já é hábito não causa surpresa... Curioso??