Não fui capaz de deixar de escrever estas linhas sobre “o Senhor de Branco”, como alguns dos mais pequeninos chamam ao Papa Francisco. Estou embevecida e especialmente muito grata por tê-lo cá, em Portugal. Escuto cada uma das suas palavras com uma “sede” enorme de saber. As suas mensagens são cirúrgicas e duma gigante intensidade. Reparo e tento descodificar cada um dos seus gestos e das suas atitudes. A sua enorme debilidade, fragilidade e sacrifício tão patentes em cada uma das suas deslocações, estão traduzidas em força, coragem e resiliência. É um exemplo!!! É impossível ficar indiferente. Encontro-me a centenas de Kms de distância da cidade de Lisboa e, mesmo assim, a emoção, a cor, o pulsar da vida, chegam até mim, num ápice. Estou segura de que todos os que estão a participar na JMJ – Jornada Mundial da Juventude, jamais ficarão iguais depois desta experiência, independentemente do seu credo. Obrigada, Papa Francisco, pelos desafios lançados. O maior desafio está já...
O que já é hábito não causa surpresa... Curioso??