Antes de mais, um ALERTA: é nas mais pequenas coisas que falhamos porque é humanamente impossível estar vigilante e premeditar todos os nossos movimentos e por isso, uma máscara bem colocada, uma constante limpeza das mãos, podem fazer toda a diferença! 28 novembro – a minha mãe pede para olhar para o meu pai e diz que ele não está bem; 28 novembro – de facto, semblante carregado, dores no corpo e saturação de oxigénio a 86 não seria normal só porque sim; 28 novembro – pai, tens COVID! Oh que exagerada! Fui embora. O meu pai desceu comigo com as indicações de tomar um analgésico nesse dia e no seguinte. “Mãe, liguem para a Saúde 24 sff! 1 dezembro – resultado positivo à Sars-COV-2. Pai isolado no quarto com possibilidade de ter um WC só para seu uso. Mãe em isolamento profilático – dependente da ajuda da filha para lhe fazer chegar comida, pão, colocar o lixo na rua, resolver coisas (porque a vida não pára). Todos os dias fui a casa dos meus pais. Antes da COVID ...
O que já é hábito não causa surpresa... Curioso??