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INTERRUPÇÃO NÃO PROGRAMADA

A GESTÃO DE SENTIMENTOS


Na atual sociedade de consumismo, onde se idolatra a economia, em detrimento da qualidade de vida, as relações humanas, assumem um importantíssimo papel. Os excessos de planeamento funcional começam a dar lugar a um planeamento estratégico, com alguma flexibilidade.
É usual olharmos para uma notícia acerca de um sem abrigo e logo no nosso cérebro, tem lugar um sentimento de compaixão, de tristeza, quem sabe se de revolta até.
Deparamo-nos com uma criança descalça, seminua, sem os elementares cuidados de higiene e de imediato nos sentimos quase como culpados por apesar dos agasalhos que trazemos, ainda sermos capazes de dizer – que frio que está hoje!!!
Falando então sobre sentimentos e sobre a gestão dos mesmos, será importante, pararmos para refletir um pouco.
Vejamos por exemplo o que acontece com os adeptos de uma equipa de futebol, quando esta atravessa um período de sucesso:
Os seus adeptos, sentem-se motivados, acompanham a equipa para todo o lado, incentivam-na e fazem questão de dizer que pertencem ao clube “X”.
Agora vejamos o que acontece então quando essa mesma equipa inicia um processo de regressão (jogos perdidos constantemente, quezílias internas, etc., etc.). O mais frequente é que todo aquele apoio, toda aquela envolvente, se vá perdendo e o primeiro sinal será a contestação verbal, seguida de falta de acompanhamento. Existe de imediato uma desmobilização dos apoiantes.
Que fazer então para voltar a atrair os tais adeptos?
Que tática deverá ser implementada para os “seduzir” novamente?

                                                                                                                             CONTINUA…

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