“onde não puderes amar, não te demores!” (Frida Kahlo) Caros leitores, à medida que vamos crescendo, alguns pais/educadores ensinam as crianças, adolescentes e jovens adultos a serem egoístas. Outros ensinam a ser tal qual Madre Teresa de Calcutá. Erro! Nem tudo nem nada. Mas que difícil caramba! Como se sabe a regra de quando ajudar ou não? Bom senso como em tudo na vida. Mas como se ensina? Ou deverei dizer, adquire essa competência? Vivendo, simples! Em pequenos, ajudamos os outros sempre. Na adolescência, pedimos para ficar no nosso canto e a partir de jovens adultos ajudamos quando somos solicitados. Exceto nas situações em que somos alvo de avaliação de proatividade. Com isto quero assumir uma característica minha que só o/a leitor/a poderá ajuizar se se trata de falha ou virtude. Ajudo sempre. Mesmo que não me peçam. E depois avalio-me e avalio o resultado da minha ajuda. Eu sinto-me bem em ajudar, mas depois não gosto do resultado. De bons samaritanos, reza a história de u...
O que já é hábito não causa surpresa... Curioso??