Avançar para o conteúdo principal

INTERRUPÇÃO NÃO PROGRAMADA

DIA DA MÃE


Hoje celebramos o Dia da Mãe…e como clichê dizem-me ” dia da mãe deveria ser todos os dias”. Pois sim, e concordamos mas também todos os dias são dias de alguma coisa e nós não nos lembramos. É uma data para assinalar de modo mais formal a importância das mães na nossa vida e homenagear o seu papel em todo o nosso percurso. Essa homenagem tem hoje em dia várias apresentações, umas mais materiais e exibicionistas (em que se comercializam essas declarações de amor) outras mais íntimas (no convívio do lar). Festejos que são o reforço da relação que existe o ano todo outros que são mais superficiais e só porque socialmente fica bem e o calendário assim o diz. Lembramos também aquelas que neste dia não celebram…pois já não têm consigo a sua mãe e não foram abençoadas com filhos, as mães de colo vazio, mães de filhos desligados ou revoltosos, mães de filhos perdidos para o mundo ou de filhos que partiram primeiro. Lembremos também os filhos que não lhes é possível celebrar com a sua mãe (também elas perdidas para o mundo, que abandonaram, filhos entregues a si próprios).

Notando ainda, que há quem de parte a parte, nada tenha de bom para celebrar – pois a vivência é de aspereza ou maus-tratos.

Assim sendo, quem de nós tiver a felicidade e razões de agradecer este dia pela mãe que temos e por sermos mães abençoadas não deixe de o fazer de forma mais ou menos expressiva, mas da forma mais sentida e verdadeira possível.

Obrigada Deus, por Ter e por Ser MÃE.

O.C.


Comentários

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

A ARTE, A BELEZA E A GRATIDÃO

  Sou frequentadora assídua da Confeitaria Paulista na Maia, onde a D. Elvira e o Sr. Jorge Mendes (proprietários), fazem questão de nos receber de “braços abertos.” Tomo o meu café e pão com manteiga neste maravilhoso espaço. É um local muito familiar. Um espaço onde nos sentimos muito bem!!!  Somos bem recebidos; Bem tratados; Bem-vindos!!! Sentimo-nos em casa. A D. Elvira faz questão de nos fazer sentir únicos. Há uns dias, tive oportunidade de ver uma autêntica obra de arte saída das mãos do proprietário da Confeitaria Paulista. Trata-se da peça cuja fotografia está a ilustrar esta publicação. Ao ter acesso ao dito quadro, acreditem, que senti ARTE, que senti BELEZA e depois de saber a história que o envolve, senti que ali, existia GRATIDÃO.  Ora o Sr. Jorge Mendes, decidiu pôr mãos à obra e fazer este maravilhoso trabalho em pão. Sim, trata-se de pão e não outro material qualquer. Explicou-me as múltiplas e morosas voltas que este trabalho dá, até chegar ao resultado...

A LOUCURA DO MUNDO

  Tinha decidido que hoje escreveria de novo sobre a minha viagem ao Japão, e que vos contaria algumas peripécias dignas de registo humorístico, daquelas que sempre me acontecem e me divertem ao ponto de querer partilhar com outros, e porque me faz feliz. Faz-me feliz fazer aparecer um sorriso no rosto de quem lê os meus textos, um sorriso que muitas vezes anda escondido e tarda em aparecer. No entanto, nem sempre isso é possível, e hoje não pode ser assim. Hoje tenho de partilhar convosco a minha tristeza, a minha revolta, a minha frustração. Desculpem-me mas terá de ser assim. Logo pela manhã, como habitualmente, abri o rádio para me atualizar acerca do que se passa no nosso país e para além dele, e o que fui ouvindo fez-me decidir que não concluiria o meu texto nos termos em que tinha pensado. Não tinha esse direito perante o que estava a ouvir. Se o fizesse era como se também estivesse a assobiar para o lado perante o horror que me descreviam. Apesar de ser uma peça insignifica...

OLHAR DE FORA PARA DENTRO

Caro leitor,  Pode efetivamente soar estranho quando se diz olha de fora para dentro, mas é exatamente por isso que vou abordar esta visão.  Todos nós olhamos o mundo de dentro para fora com os nossos valores e crenças e preconceitos.  Vim de férias para um sítio onde já fui muito feliz tanto na infância como na minha adolescência. Nada está como era. Nada. Nem as pessoas nem os hábitos nem os sítios.  E obrigou-me a olhar de fora para dentro. E eu como estou? Como mudei? Que dores trago? Que felicidades ganhei ao longo dos anos? Quais as coisas realmente importantes com as quais me devo preocupar?  Ter a capacidade de fazer e melhorar este processo permite que consigamos olhar melhor. Perceber melhor. Sentir melhor.  E por aí? Vamos olhar de fora para dentro e tentar colocarmo-nos no lugar do outro?  Mjsoares