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INTERRUPÇÃO NÃO PROGRAMADA

A PROPÓSTO DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO


Todos nós numa situação ou noutra, desempenhámos já o papel de atendedor e de pessoa atendida. Conhecemos, portanto, os dois lados…
Muito se tem vindo a falar sobre a necessidade de implementação de qualidade nesta área.
Para se ter sucesso como atendedor, uma das coisas que devemos ter sempre em consideração é, exceder as expetativas do nosso interlocutor.
O público pretende rapidez, simpatia, serviços com qualidade, procedimentos corretos, atenção, diplomacia, educação, etc.
Ser afável, ter bom senso, tratar o cliente com inteligência e educação, são algumas das fórmulas apontadas para a excelência ao atendimento.
A difícil tarefa de quem atende, tem as contrapartidas inerentes ao desafio que é a adaptabilidade a cada uma das personalidades das pessoas que estão à nossa frente.
De quem atende, espera-se compreensão e calma. Nesse sentido, será importantíssimo que mesmo que se encontre menos bem, física ou intelectualmente, procure disfarçar e não deixe transparecer o que está a sentir.
A afabilidade, a simpatia, e a boa disposição são imprescindíveis na tarefa de acolhimento.
Tente também fazer perguntas objetivas (perguntas abertas) a fim de se inteirar devidamente da questão que lhe está a ser colocada. Seja tão direto(a) e tão natural quanto possível, mas tenha sempre em atenção que certos comportamentos podem ser muito normais em si e não no seu interlocutor.
A impecabilidade da apresentação caracterizam-no(a). O aspeto cuidado dos cabelos, das mãos, da roupa, o seu andar, são fatores que se revestem da maior importância. O profissional que acolhe, tem de adotar uma atitude natural. Tem de estar consciente de que a impressão que deixa terá repercussão na Empresa ou Instituição com quem está a trabalhar.
O Saber Ouvir e Resolver, de preferência sem dar palpites, nem tentar evidenciar-se, são fortes elementos que jogam a favor do atendedor.

Continua

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