Como é do conhecimento geral a taxa de crescimento de mulheres empresárias, praticamente duplicou em quase todos os países da Europa.
É também sabido que, nos últimos anos a democratização da nossa sociedade e a correspondente abertura a novos valores, desencadearam uma considerável melhoria da posição da mulher no mundo empresarial.
A crescente instabilidade de emprego que se vem vivendo, fez despertar na mulher o desejo de criação da sua própria empresa, vencendo,, de algum modo, os seus próprios receios e juntando a sua sensibilidade à tão falada intuição feminina.
A tenacidade que a mulher põe em cada tarefa que desempenha, a vontade de vencer, a coragem e dedicação que imprime a cada projeto que desenvolve, faz com que o caminho a desbravar seja cada vez mais curto e as metas que se propõe atingir, sejam alcançadas, quase sempre, com muito sucesso.
O avanço das mulheres na carreira, faz com que inúmeras mudanças na sua vida se vão verificando. Será importante aqui referir que, nem sempre, essas alterações serão pacíficas.
Conjugar a vida profissional com a vida familiar, é algo muito difícil, que exige muitos sacrifícios, muita coragem e inúmeras vezes, alguma incompatibilidade com os restantes membros do agregado familiar. Em alguns casos, o casamento sofre várias transformações.
Sou frequentadora assídua da Confeitaria Paulista na Maia, onde a D. Elvira e o Sr. Jorge Mendes (proprietários), fazem questão de nos receber de “braços abertos.” Tomo o meu café e pão com manteiga neste maravilhoso espaço. É um local muito familiar. Um espaço onde nos sentimos muito bem!!! Somos bem recebidos; Bem tratados; Bem-vindos!!! Sentimo-nos em casa. A D. Elvira faz questão de nos fazer sentir únicos. Há uns dias, tive oportunidade de ver uma autêntica obra de arte saída das mãos do proprietário da Confeitaria Paulista. Trata-se da peça cuja fotografia está a ilustrar esta publicação. Ao ter acesso ao dito quadro, acreditem, que senti ARTE, que senti BELEZA e depois de saber a história que o envolve, senti que ali, existia GRATIDÃO. Ora o Sr. Jorge Mendes, decidiu pôr mãos à obra e fazer este maravilhoso trabalho em pão. Sim, trata-se de pão e não outro material qualquer. Explicou-me as múltiplas e morosas voltas que este trabalho dá, até chegar ao resultado...

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